As pessoas em sua grande maioria vivem de aparências. Poucos conseguem lançar um olhar sincero, especialmente, sobre si mesmos.
Perdeu-se
a virtude da sinceridade, pela prática cotidiana da mentira e pelo
exercício diário da hipocrisia, que se materializa na tentativa
desesperada de aparentar ser aquilo que não é.
Não se consegue
ser sincero nem mesmo diante do espelho. A arrogância e o egoísmo que
habitam no centro da personalidade humana impedem até mesmo um olhar
inteligente, que avalie objetivamente os resultados das escolhas feitas
em nossas vidas.
Há necessidade de um esforço hercúleo para se
encarar a própria personalidade com espírito crítico suficiente, que
seja capaz de avaliar os prós e os contras de todas as nossas atitudes
diante das variadas situações que vivenciamos.
As pessoas tentam
aparentar alegria e felicidade exterior quando, na verdade, estão mortas
por dentro. Desesperadas para encontrar um pouco de paz que não
conseguem compreender bem, mas há um vazio interior a ser preenchido e
poucos se dão conta disto, por mais bem situados cultural e socialmente
que possam estar.
Foi exatamente este o ensinamento de Jesus,
quando disse em Mateus 23:27 que, "Ai de vós, escribas e fariseus,
hipócritas! Pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por
fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos
de mortos e de toda a imundícia".
POR : DRIKA MORAIS
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